Atualizado em junho de 2026.
- Petróleo é a ênfase mais ampla: qualquer engenharia pode prestar.
- No último edital, teve muitas vagas e concorrência baixa (~9/vaga).
- É a que tem a maior chance de embarque no nível superior.
- Ponto de atenção: não tem equivalência na Transpetro.
Qualquer engenheiro pode prestar Engenharia de Petróleo?
Sim: a ênfase de Engenharia de Petróleo é a mais ampla do concurso da Petrobras — basta ser formado em engenharia (qualquer uma) para poder prestar. Isso a torna uma jogada estratégica muito forte, porque no último edital ela reuniu um grande número de vagas (mais de 580) com uma concorrência baixa para o padrão da Petrobras (cerca de 9 candidatos por vaga). Além disso, é a ênfase de nível superior com a maior probabilidade de embarque. Em resumo: muita vaga, pouca concorrência e chance de plataforma.
Por que Petróleo é tão estratégica
- Aberta a qualquer engenharia: civil, mecânica, elétrica, produção, agronômica e por aí vai.
- Muitas vagas: foi uma das ênfases com maior número de vagas no último edital.
- Concorrência baixa: cerca de 9 candidatos por vaga, bem abaixo de áreas como Civil.
- Maior chance de embarque: é a ênfase de nível superior que mais embarca.
Para muitos engenheiros, migrar da sua área tradicional para Petróleo reduz a disputa sem exigir uma preparação totalmente diferente. Veja quem pode prestar cada ênfase.
O ponto de atenção: sem equivalência na Transpetro
Há um trade-off importante. A Engenharia de Petróleo não existe na Transpetro, então, ao escolher Petróleo, a sua preparação fica concentrada só na Petrobras — você perde a vantagem de disputar as duas seleções com o mesmo estudo. Não é ruim, é uma decisão consciente: quem prioriza Petróleo troca a “dupla chance” por menos concorrência e mais vagas na Petrobras. Uma saída inteligente é combinar: estudar Petróleo para a Petrobras e uma ênfase equivalente (como Civil ou Mecânica) para a Transpetro. Veja como conciliar as duas.
O preparatório mais completo para a Petrobras e a Transpetro. Quem está no Concurseiro Zero1 já larga na frente: cronograma de estudos com metas, videoaulas, milhares de questões no estilo Cesgranrio, simulados, aulas ao vivo com correção de provas e monitoria para tirar dúvidas — preparando para as duas ao mesmo tempo. Foi essa metodologia que aprovou 198 engenheiros na Petrobras e mais de 90 na última Transpetro. Dê o primeiro passo agora, de graça, no nosso grupo de estudos.
O que cai na prova de Petróleo
Como a ênfase é aberta a qualquer engenharia, o conteúdo específico é voltado ao setor de petróleo (exploração, produção, reservatórios, perfuração, elevação e escoamento, além de fundamentos de engenharia). É um conteúdo que a maioria dos engenheiros não viu na faculdade — por isso, começar cedo faz toda a diferença para dominar a parte específica, que é o que classifica. Veja como é a prova da Petrobras.
Perguntas frequentes
Qualquer engenheiro pode prestar Engenharia de Petróleo?
Sim. É a ênfase mais ampla: basta ser formado em engenharia (qualquer uma) para poder concorrer.
Por que Petróleo tem concorrência menor?
Porque reúne muitas vagas e, ao mesmo tempo, atrai uma relação candidato/vaga baixa para o padrão da Petrobras (cerca de 9/vaga no último edital).
Petróleo embarca mais?
Sim, é a ênfase de nível superior com a maior probabilidade de embarque, ainda que de forma esporádica.
Petróleo serve para a Transpetro?
Não. A Transpetro não tem a ênfase de Petróleo, então essa preparação fica concentrada só na Petrobras.
Dá para conciliar Petróleo com a Transpetro?
Sim: estude Petróleo para a Petrobras e uma ênfase equivalente (como Civil ou Mecânica) para a Transpetro, aproveitando parte do conteúdo.